17 de fevereiro de 2012

Segundas impressões

Realmente depois destes dias que tenho estado em Pipeline e com o começo do Pipe Challenge, escrever mais do que já estou a escrever é um atentado as próximas imagens, que tenho conseguido tirar. Enjoy!



 10 pés.











Esta sobrou para mim, a vida é bela!NT

15 de fevereiro de 2012

Primeiras impressões.


Hawaii, dez anos depois volto a esta ilha de Oahu, que tanto me tocou na minha pessoa e que definiu uma das minhas qualidades enquanto  pessoa que sou hoje, ser um lutador na vida, isso foi em 1994 na minha primeira temporada! Quase tudo está na mesma por aqui, o custo de vida continua elevado, poucas coisas aqui no North Shore mudou em 10 anos (há mais transito), o crowd na água também está mais agressivo, mas mesmo isso achei nestes dias que faz parte e que é um must neste sitio que faz com que a gente lute ainda mais por uma coisa que amamos,  apanhar a onda da tua vida no Hawaii em especial em Pipeline.
Os dias têm sido mais ou menos iguais, surfar, ir a Town fazer umas compras(meu Mac novo é lindo), estar na conversa com os amigos brazucas que cada vez são mais por aqui, conversar com a Kaka sobre a vida, brincar com filhote dela, filmar o Miguel Adão e puxar por ele nas ondas, ensina-lo como tudo isto funciona, porque isto não é nada facil para um miudo de 15 anos, lutar por ondas com 100 marmanjos de top mundial em ondas de classe mundial. As ondas, são por elas que viajamos meio mundo, têm estado simplesmente de gala, Pipe e Backdoor de todos tamanhos e feitios.
Desde 4 a 5 pés a 8 a 9 pés com pouco e excesso de crowd, teve de tudo em uma semana, tenho surfado todos dias e Backdoor já me recompensou com uma onda de 6 pés linda e com um tubo do fim do mundo. O Miguel começa a chegar-se ao pico aos poucos na sua enorme auto estrada de aprender a ser um melhor bodyboarder, vai ter o previlégio de surfar Pipeline só com 3 pessoas ainda por cima vai estar de gala, espero que ele apanhe uma ondas e meta a sua timidez no bolso.
As previsões continuam a bombar e as boas ondas também, o campeonato está ai á porta e vamos ver o melhor espectaculo do mundo em Pipeline perfeito. Até agora os melhores que vi em Pipe, foram os franceses Amaury e Pierre, Ben Player e o Jeff.
 Dança tradicional hawaiana no meio do Shopping

 Beleza natural no Hawaii!
 Sup em Pipeline!
 Dave Hubbard


 Pipe classico.

 Pipe e Backdoor com 8 pés.
 Um dos melhores dias de Pipeline do ano.

 Miguel Adão a olhar para a beleza natural em Pipelline.
Até  Kelly Slater é dropinado em Pipeline.


13 de fevereiro de 2012

Corea do Sul


O destino têm destas coisas, devido a uma greve sei lá do quê em França, fez com que  cancelassem um voo para Paris que de seguida perdia todas minhas conexões até chegar ao Hawaii. Depois de algumas conversas com o meu excelente portunhol em Madrid, a solução era mesmo passar uns dias a dormir á pala da companhia aerea por Madrid, Paris ou Los Angeles e perder para ai uns 4 dias de Hawaii,  a outra era seguir para Seoul na Coreia do Sul, com viagens de aviões de 15 horas e 8 horas, tudo de seguida e ficar ainda 12 horas na capital da Coreia. Foi o que fizemos, eu e o Miguel Adão, porque não passar umas horas num pais que nem eu nem ele pensamos por o pés.
Lá chegamos á Coreia do Sul, com uns belos de 12 graus negativos e fartos de estar em aeroportos. Pusemos-nos logo andar de mais um aeroporto e fomos aventura ou na linguagem turistica, fazer um tour guiado pela capital coreana. Com 12 graus negativos e sem roupa apropriada para tal o tour era um fugir do frio constante, mas deu para ver a bela cidade que Seoul é, com os seus 10 milhões de habitantes, a sua história, gastronomia e religião fez com que as 12 horas de espera pelo proximo avião passa-se mais rapido. Nunca me atraiu muito este pais, mas fiquei com a sensação que belo povo é e a sua extradionária cultura tão rica. Curioso que a guia de seu nome Sung, lembrou que a peninsula Coreana era um só pais para eles mas que duas idealogias os colocou separados por uma linha. Depois de um belo almoço coreano e de saber que a guia gostou de provar os pasteis de belém lá no cantinho da europa, seguimos no meio dum nevão para mais 8 horas de avião nesta volta ao mundo inesperada.













Avida é bela! NT

11 de fevereiro de 2012

Criança!


Faz em Março 6 anos que numa madrugada fria fui a casa da familia Adão buscar o Miguel, para leva-lo para Carcavelos para uma prova, tinha ele 9 anos, há uns meses atrás estava com ele e a irmã num avião para as ilhas Mentawaii e há umas semanas atrás estava com ele a caminho das Canarias para realização dum sonho dele e um dos meus, conhecer pessoalmente os seus idolos, andar com eles, surfar com eles e mesmo viver com eles por uns dias, aprender, observar e acima de tudo desejar e querer ser como eles, verdadeiros campeões da vida e do Bodyboard.
Hoje estou no Hawaii para a minha 3ª temporada Havaiana, comigo esta o Miguel Adão, quer dizer eu estou com ele, cumprir a minha promessa que lhe fiz que quando ele fizesse 15 anos o levava ao Hawaii. Esta viagem é mais uma de muitas, numa escolha que o Miguel fez na sua vida apenas com 14 anos juntamente com os seus pais e o seu patrocionador Micth Rawlings, demos-lhe as ferramentas o resto têm o Miguel dentro dele, vai ser feliz Miguel!

A vida é bela Miguel!NT

4 de fevereiro de 2012

Baia de Buarcos.


Este Inverno está a ser um sonho para as ondas, sol, frio, lestadas enormes e ondas boas sem parar, histórias de boas ondas por esse Portugal a fora têm me chegado ao ouvido, aqui pela Figueira e arredores  não têm sido diferente, apesar de os picos não estarem bons como outros anos têm dado altas. Buarcos para quem não sabe é a terra onde nasci, cresci e criei algumas raízes, foi também onde aprendi a surfar há quase 23 anos e por isso tenho uma afinidade com aquelas ondas da baia, quando os bancos estão de gala, as ondas são muito boas para Bodyboard com grandes tubos, muito longos  e grandes, bocas para bater, todos bodyboarders que se prezem deveriam saber surfar ondas assim porque é nestas ondas que se ganha a chamada linha de onda. Este Inverno os bancos estão lá mas na minha opinião não estão de gala, há mais quantidade do que qualidade para o Bodyboard, ondas moles, sem grandes sítios para manobrar no lip e realmente não está mesmo bom para Bodyboard na baia. No outro dia com a maré vazia de manhã e eu a sair do trabalho ás 8 da manhã e sabendo que o pico do crowd iria estar cheio, já tinha observado um pico mais a sul a funcionar mas com a onda muito rápida, cheguei e estava pequeno mas clean e muito razoável, tirando umas fotos aqui e acolá, deixei que a maré começasse a encher e ao entrar vi ondas de sonho, aquele metrinho perfeito e comprido que só Buarcos oferece, depois de algumas ondas completamente só, aparece o meu grande amigo Loureiro e lá caímos na conversa entre um ou outro set bem medido e perfeito, aquela hora dentro de água soube a Buarcos como antigamente, foi só mesmo aquela hora, depois a maré cheia deu cabo do resto. Lá saímos e fomos apanhar um solinho de Inverno e por a conversa em dia. Buarcos têm aquela mística de boas ondas, certo que não são as ondas ideais para Bodyboard, mas eu curto mesmo aquela baia.





A vida é bela Loureiro! NT